Encruzilhada, indeterminação e sentido: insumos para uma Teoria Literária a partir da concepção de Exu como operador teórico
Paper (com Moises Nascimento) que propõe Exu, orixá da encruzilhada, como operador teórico para repensar autoria, tempo e narrativa.
Artigo escrito em coautoria com Moises Nascimento, publicado na *Revista Diadorim* (UNIRIO), que propõe fundamentos para uma teoria literária a partir da filosofia nagô de Muniz Sodré (*Pensar Nagô*, 2017), elegendo Exu — orixá da encruzilhada, da ambiguidade e da comunicação — como operador teórico capaz de desestabilizar categorias centrais da crítica ocidental como autoria, tempo e narrativa. Argumenta que a encruzilhada exuística não é apenas metáfora, mas método crítico: no lugar da hermenêutica da estabilidade, propõe uma leitura fundada na indeterminação, na oralidade e na performance ritual, entendendo a crítica como prática de escuta encarnada. O PDF original está disponível para download.